Comecei cedo na vida corporativa. Antes da faculdade já tinha pisado uma operação grande — atuando ao mesmo tempo no comercial e no operacional, o que me deu, logo no início, a noção de como um sistema desenhado para escala realmente funciona por dentro.
Daí para a frente foi construção. Passei pelo administrativo-financeiro, pela representação comercial internacional e cheguei à gestão sénior de projetos — sempre a estruturar, a documentar, a transformar operação caótica em processo claro. No meio do caminho, liderei na prática um dos primeiros cases brasileiros de implementação de OKR — não como buzzword, mas como ferramenta de planeamento e indicadores aplicada de verdade.
Hoje sou consultor independente. Trabalho ao lado de empreendedores que estão a fazer o negócio crescer e precisam do mesmo que sempre entreguei: financeiro a fechar, processos documentados, operação digitalizada, automação onde faz sentido, marca posicionada e indicadores que orientam decisão — em vez de gestão por intuição.
O método que faz uma operação corporativa funcionar é o mesmo que falta ao empreendedor que está a fazer o negócio crescer. A diferença é o tamanho — não o rigor.
A minha formação ajudou a consolidar essa forma de pensar. Estudei administração pelo modelo de ensino por competências adotado pela Business School de Harvard — currículo em blocos, projetos práticos por ciclo, foco em entrega real. Não foi teoria. Foi treino constante a transformar conceito em projeto entregue.
É essa mistura que define a Jotactics: profundidade de método com proximidade de quem está no terreno. Tudo o que entrego a um cliente, primeiro aplico nos meus próprios projetos. Só vendo o que já passou pelo crivo da prática.
Se chegou até aqui, é provável que faça sentido. Vamos conversar — a Primeira Leitura é por minha conta.